Agosto.2021
Renda do trabalho decresce; pobreza e desigualdade crescem

Durante a pandemia do Coronavírus, a renda diminuiu em todos os segmentos populacionais e formas de inserção no mercado de trabalho. Mais da metade das famílias da Região Metropolitana de SP passou a dispor de renda menor. Essa edição da pesquisa analisa como diferentes grupos foram atingidos em recortes por gênero, idade, cor, escolaridade, trabalhadores assalariados e por conta própria.

Junho.2021
Impacto da pandemia também alcança os ocupados

A pandemia afetou as pessoas que continuaram trabalhando. Na Região Metropolitana de SP, 6,3 milhões mantiveram o trabalho ou negócio e um milhão conseguiram uma nova ocupação. A pesquisa analisa como esses grupos são distintos em termos de idade, cor, escolaridade e renda. Analisa também as diferenças em relação a características do trabalho como local, tipo de formalização e possibilidade de home-office.

Maio.2021
Inatividade involuntária aumenta durante a pandemia

A pandemia alterou a inserção no mercado de trabalho da RMSP, tanto pela dificuldade em manter a ocupação como em procurar trabalho. Uma das mudanças mais expressivas foi o aumento da inatividade, fazendo com que a parcela de inativos crescesse de 2,9 milhões de pessoas para 3,8 milhões, entre o final de 2019 e de 2020, entre as pessoas de 18 anos e mais.

Maio.2021
O desemprego em tempos de pandemia

A intensa redução da ocupação na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), associada à pandemia da Covid-19, resultou em forte aumento do contingente desempregado, que cresceu de 1,4 milhão para 1,9 milhão de pessoas, entre o final de 2019 e 2020. A pesquisa apontou que, deste total, cerca de 30% já estavam desempregados desde o ano anterior e persistiam na busca de trabalho, mostrando que o tempo em desemprego tem sido longo.

Maio.2021
Jovens e transição ocupacional em tempos de Covid-19

Historicamente, os jovens entre 18 e 29 anos têm inserção mais desfavorável no mercado de trabalho, com maiores taxas de desemprego e informalidade. A pandemia atingiu os jovens em um momento já adverso, devido ao baixo dinamismo da geração de empregos, à revolução tecnológica que extinguiu vagas no setor serviços e à endêmica dificuldade de colocação profissional sem experiência prévia.

Abril.2021
Piora condição dos negros no mercado de trabalho durante a pandemia

A população negra possui inserção mais desfavorável do que a não negra no mercado de trabalho, expressa em mais desemprego, maior parcela no trabalho informal e menor renda. A pandemia da Covid-19 fez com que essas desigualdades estruturais se acentuassem em um curto período,como mostra a pesquisa Trajetórias Ocupacionais, realizada pelo Seade na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).

Abril.2021
Mudanças nas condições de trabalho em tempos de pandemia

A pandemia da Covid-19 produziu fortes alterações no funcionamento da economia. A pesquisa Trajetórias Ocupacionais mostra que os impactos sobre o mundo do trabalho foram intensos. Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), houve diminuição do contingente de ocupados em 1,37 milhão de pessoas e elevação da taxa de desemprego para 18,4% ao final de 2020.

Março.2021
Mulheres foram mais afetadas pela crise da Covid-19

As mulheres têm inserção mais desfavorável que os homens no mercado de trabalho, por, historicamente, registrarem mais desemprego, mais trabalho informal e menor renda. Os impactos da pandemia da Covid-19 sobre o mercado de trabalho aprofundaram esta desigualdade, como mostra a pesquisa Trajetórias Ocupacionais, realizada pelo Seade na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).

Fevereiro.2021
Transições ocupacionais em tempos de pandemia

Este estudo analisa os fluxos entre condições de atividade da população ativa de 18 anos e mais na Região Metropolitana de São Paulo. Mostra que 28% das pessoas se movimentaram entre ocupação, desemprego e inatividade no intervalo de um ano, atingindo mais as mulheres, os jovens e as pessoas de baixa escolaridade.

Março.2020
Mulheres e arranjos familiares na metrópole

Analisa aspectos da vida das mulheres chefes de família (pessoa considerada pelos moradores como o principal responsável pelo domicílio) na Região Metropolitana de São Paulo durante o 2º semestre de 2019.

Janeiro.2020
São Paulo diversa: uma análise a partir de regiões da cidade

Análise das regiões da cidade de São Paulo em quatro aspectos: características dos moradores; oferta de serviços nas proximidades da moradia; renda domiciliar; e deslocamento das pessoas no espaço urbano. Os dados mostram que existem várias “cidades” dentro da capital: as regiões periféricas têm perfil populacional e padrão de vida bastante diferentes daquelas que ocupam o centro do território municipal.